Uma dor de cabeça, com duração há mais de 12 horas.
Alguém quer?!
terça-feira, 23 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Quero ser positiva
Mas neste momento estou no limite de ir a Portugal.
E o que me separa do ir ou não ir?! 30mil meticais.
E se no lado controlado e organizado, digo "não pode ser". No lado emocional digo "quero ir e nem quero saber"
E ando assim, triste e pensativa. Só porque estou no meu limite de querer ir embora por uns dias. Só isso. Porque saber que ainda faltam três meses é demasiado para mim, e isso deixa-me assim, chorona e sensível.
E o que me separa do ir ou não ir?! 30mil meticais.
E se no lado controlado e organizado, digo "não pode ser". No lado emocional digo "quero ir e nem quero saber"
E ando assim, triste e pensativa. Só porque estou no meu limite de querer ir embora por uns dias. Só isso. Porque saber que ainda faltam três meses é demasiado para mim, e isso deixa-me assim, chorona e sensível.
As leituras
Acabei este livro, e já tinha aqui dito que é maravilhoso. É raro encontrar um livro que me deixe imaginar, rir, sofrer, e visualizar todo o cenário. A escrita é realmente mágica, de tal maneira que já tenho mais 2 livros do autor.
Iniciei agora outro, com 1000 páginas, é intransportável. Tem um registo difícil de ler, tem muita descrição e não me cativa. Para piorar, tem referencias bibliográficas difíceis, tem teologia, tirando toda a piada da leitura.
Ler um livro enorme e pesado, não me cativa. E este piora, porque a escrita não é de todo o meu gosto. Tem muita descrição, não tem pontuação e tem folhas inteiras com frases que não acrescentam nada à história.
A música do dia
Para um bom astral, é ouvir isto logo de manhã!
domingo, 21 de abril de 2013
Do Fim de semana
Ora bem,
Foi almoços fora, foram petiscadas, foram exposições, foram esplanadas.
Foi passear em centros comerciais a ver se a chuva abrandava.
E choveu, choveu mesmo muito.
Nós fizemos tudo. E ainda falta o último convívio, ver o jogo da época (dizem eles), por mim, era ficar sossegada, porque ver jogos de futebol, é coisa que vou, mas não faço questão.
Da exposição que fomos, era sobre "arte em bicicletas", infelizmente não tirei o nome dos artistas.
Foi almoços fora, foram petiscadas, foram exposições, foram esplanadas.
Foi passear em centros comerciais a ver se a chuva abrandava.
E choveu, choveu mesmo muito.
Nós fizemos tudo. E ainda falta o último convívio, ver o jogo da época (dizem eles), por mim, era ficar sossegada, porque ver jogos de futebol, é coisa que vou, mas não faço questão.
Da exposição que fomos, era sobre "arte em bicicletas", infelizmente não tirei o nome dos artistas.
A minha favorita
A segunda favorita
as outras....(também giras)
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Dá que pensar
Ontem ouvi isto.
"o problema dos portugueses, é que a maioria não vem investir, vem para trabalhar, e isso nós temos cá"
De facto, tenho de concordar com isto. A grande maioria é trabalhador, não investidor. Não investidor, no sentido verdadeiro. Mas há um outro lado, a maneira como vivemos, como compramos, como recuperamos as casas, ou ainda o nosso método de trabalho, pode ser visto como um investimento. Ou estarei errada?
"o problema dos portugueses, é que a maioria não vem investir, vem para trabalhar, e isso nós temos cá"
De facto, tenho de concordar com isto. A grande maioria é trabalhador, não investidor. Não investidor, no sentido verdadeiro. Mas há um outro lado, a maneira como vivemos, como compramos, como recuperamos as casas, ou ainda o nosso método de trabalho, pode ser visto como um investimento. Ou estarei errada?
Nessa a pizzeira
Bom, fiz a pizza. Deu para 2 pizzas, mais um pão com chouriço.
(e não compensa, mas que estava boa, lá isso estava)
(e não compensa, mas que estava boa, lá isso estava)
quinta-feira, 18 de abril de 2013
E continua
22.57 - e continuo a trabalhar.
Neste momento deixei de ser produtiva.
E tenho uma espécie de torçolho. Não sei se é. Dói como dizem, e tenho a pálpebra inchada.
E amanhã tenho outro dia assim.
Se vejo o fim-de-semana, juro que nem acredito.
Neste momento deixei de ser produtiva.
E tenho uma espécie de torçolho. Não sei se é. Dói como dizem, e tenho a pálpebra inchada.
E amanhã tenho outro dia assim.
Se vejo o fim-de-semana, juro que nem acredito.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
pffff
E o trabalho que hoje não acaba, ein?!
As minhas sobrinhas
Ontem ao falar com a minha cunhada, dei por mim a pensar nas saudades que tenho das minhas sobrinhas.
Às tantas chorava, e só pensava que falta pouco para estar com elas. Mas as lágrimas continuavam a cair, como se precisasse de aliviar esta pressão.
Penso que todos já perceberam a ligação forte que tenho com elas. Não sou mãe delas, porque não precisam, sou a Titi. E desde cedo aprendemos a estar umas com as outras e a compreendermos-nos.
Sei que com a minha distância elas sofrem, sentem a falta, mas nunca falamos sobre isso. Mas, chegou a um ponto que as saudades já são de tal maneira que não dá para quantificar.
Quando saí de Portugal deixei-as crianças de 11 anos, e agora vou ve-las com 13anos. São adolescentes, e num anos e meio perdi tanta coisa.
Tenho saudades da nana me chamar Titiii, com entoação no último I, e com o som sempre da mesma maneira esteja eu ao lado dela ou do outro lado da casa. Ve ver a Carolina a abanar a cabeça quando faço algum disparate. De chamar a atenção a Nana para não correr em casa. De ver a Carolina sempre com os meus pijamas, e de fazer questão de dormir na minha cama, já a Nana não abdica da sua cama, e de refilar com todos quando acorda.
Tenho saudades de comermos crepes de de contarmos os segredos. De sairmos e termos o dia do filho único. De passear na rua com elas e notar que todos acham que sou mãe delas, mas que a Nana é muito diferente de mim e de eu dizer que sai ao pai, e dos risos que vem dai.
Saudades de dizer à Nana que ela é especia, sensivel, e que é inteligente, mesmo quando o cérebro mau está ligado.
Sinto a falta da minha Carolina, que é igual a mim, que até assusta, e que só em olhares conseguimos ver o que sentimos.
De ver a Nana, a escolher cores escuras, o meu orgulho, uma vez que a mãe sempre vestiu cores claras. E de a Carolina ser a menina atinada de nós as três.
De poder sair com elas, ir a exposições, a restaurantes, de fazer festas, de poder conversar, de poder refilar, de ensinar, de sensibilizar, de ver televisão, ou simplesmente estarmos juntas, é isso que mais sinto falta.
Tenho saudades de ver o tom carinhoso com que elas falam com os meus pais.
Tenho saudades das surpresas, como eu aparecer na escola, ou no geres, ou irmos acampar de surpresa. Sinto saudades delas, e neste momento as fotografias não me chegam, preciso delas, do cheiro dela, da pele delas, do riso delas.
São as minhas sobrinhas, as minhas meninas, sem elas tenho a certeza que seria uma pessoa pior. E nós as tres aprendemos tanto umas com as outras. Chama-se a isso Amor, e ao Amor não podemos quantificar, apenas sentir.
E vendo bem, faltam três meses para nos vermos. E eu só peço isso, que o tempo passe bem rápido, pelo menos stres 90 dias, depois pode abrandar assim para metade.
terça-feira, 16 de abril de 2013
A forreta que há em mim
Em Portugal, fazia as pizzas em casa. Saia de facto muito mais barato.
Aqui uma pizza, e atenção que é boa, custa cerca de 300 meticais.
Eu, ao fazer em casa:
- massa - 21mts (que dá para 2 pizzas)
- polpa - 85mts (vai dar para outras refeições)
- atum - 33mts
-queijo ralado - 122mts (não não me enganei, por 400g)
-ananás em lata - 75 mts (que também sobra para outras coisas)
Isto sem contabilizar o tempo, e a luz.
Ou seja, fazer pizza caseira não compensa.
Compensa sim, que é nosso caso, fazer 2 pizzas. Aí sim, ficamos a ganhar.
Aqui uma pizza, e atenção que é boa, custa cerca de 300 meticais.
Eu, ao fazer em casa:
- massa - 21mts (que dá para 2 pizzas)
- polpa - 85mts (vai dar para outras refeições)
- atum - 33mts
-queijo ralado - 122mts (não não me enganei, por 400g)
-ananás em lata - 75 mts (que também sobra para outras coisas)
Isto sem contabilizar o tempo, e a luz.
Ou seja, fazer pizza caseira não compensa.
Compensa sim, que é nosso caso, fazer 2 pizzas. Aí sim, ficamos a ganhar.
O Comentador Sócrates
No Domingo, decidi ouvir o senhor. Acho que não acrescenta nada, que não é um comentador, que não dá a sua ideia.
Mas o que mais me impressiona é que o homem, mexe a testa, mexe a linha das sobrancelhas, mas olhos, os olhos não têm qualquer brilho, qualquer expressão.
O que me faz pensar, aquele homem não é feliz. Sim, acho mesmo que o Sócrates não é feliz. E faz-me confusão.
Aqueles olhos dizem "não acredito no que estou a dizer", e por isso deixa-me incomodada!
Bem sei que este politico fez mal ao país, roubou mais do que devia, e que por isso todos o odeiam, mas o que me custa mais ver é que este homem sabe o ódio que todos temos por ele.
E está velho, já notaram!?
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O mundo ainda tem gente boa
Tem mesmo, e é ao saber destas histórias que acredito que as pessoas têm uma capacidade de se ajudar, uma solidariedade que emociona.
Há umas semanas soube da vida do Joel por aqui, é uma reportagem longa e impressionate, que mexe com os nossos sentimentos, e que acabamos por dizer "tenho de ajudar".
"
A casa era fria. Gelada. Filipa já se tinha queixado dúzias de vezes. Que
tinha os pés frios. E as mãos. E o nariz. Que andava sempre constipada. Joel, o
marido, sabia que era tudo verdade mas foi desvalorizando o assunto. Até que ela
engravidou. Uma grande alegria. E então, sim. Já se justificavam as obras para
tornar o T2 em Canidelo mais quentinho. «Fomos ao banco e requeremos um crédito
para obras. Pedimos trinta mil euros. O processo foi-se desenvolvendo todo, veio
a engenheira fazer a avaliação, e o meu gestor de conta disse que estava tudo
muito bem encaminhado, que o crédito estava pré-aprovado e iam só tratar da
burocracia para se assinarem os papéis.»
Joel Aguiar, 27 anos, tinha acabado de herdar algum dinheiro pela morte do
pai e, ao receber as boas notícias do banco, decidiu avançar com as obras.
Mandou vir os homens que costumam trabalhar com ele no negócio da restauração de
casas e puseram mãos à obra. Partiram paredes. Portas. Janelas. Arrancaram o
chão. Um dia, precisamente o dia em que o FMI entrou em Portugal, Joel estava no
telhado a remover as telhas quando o telefone tocou. No visor do telemóvel, o
número do banco. Atendeu e, do outro lado, a voz condoída do gestor de conta:
«Venho dar más notícias». Joel sentou-se. «O crédito voltou para trás. Foi
recusado.»
Faltam as palavras para descrever o que sentiu nesse momento. Estava no cimo
da casa esventrada, com o céu por cima da cabeça e a escutar o barulho da
destruição que os homens das obras iam fazendo, em baixo. Olhou para as nuvens,
incrédulo. Não sabe quanto tempo esteve assim, imóvel, numa conversa muda com
Deus. Tinha gasto parte do seu dinheiro, tornado a sua casa inabitável, estava a
viver com a mulher e a bebé (que entretanto nascera) na casa dos sogros, e agora
o banco recusava o crédito que parecia praticamente certo.
A obra parou, Joel e Filipa ficaram sem dinheiro para a concluir ou para
comprar uma nova, tiveram de ficar a viver com os pais dela. Puseram a casa à
venda, mas ninguém a quis comprar. Filipa engravidou novamente. Mudaram-se para
a casa da mãe dele, onde vivem há 8 meses. A Leonor tem 1 ano e meio. A Laura
tem 3 meses. Joel sente-se encurralado: «Sempre trabalhei, sempre fui
independente. Nunca quis viver em casa de ninguém. E agora estou de mãos e pés
atados.»
Foi assim que, certo dia, em desespero, decidiu criar uma página no Facebook:
«Querem ganhar uma casa? Adiram ao evento». A ideia é tentar angariar cinco mil
pessoas que se disponibilizem a dar vinte euros para entrar num sorteio: «O
vencedor ficará com uma moradia térrea inserida num terreno de quatrocentos
metros quadrados, a cinco minutos da praia de Salgueiros, por vinte euros.»
Joel Aguiar não sabe se o evento vai dar em alguma coisa, mas espera que sim.
Afinal, ele só queria tornar mais quente uma casa gélida, para receber um
recém-nascido. E agora só quer voltar a ter um teto para poder viver com a
mulher e as filhas. E deixar a casa da mãe, que já é tempo." (copiado do blog)
Fiz a tranferência e enviei uma mensagem a dizer que não queria participar no sorteio e que para mim, a casa deveria ficar para a familia. Como eu, fizeram umas quantas pessoas, que para além de ajudarem, abdicaram o tal concurso.
Esta semana fiquei a saber que o Joel, o senhor que está com grandes dificuldades, decidiu dar todo o dinheiro que já tinha juntado, à mãe do Rodrigo, para que ele possa ter outros tratamentos no exterior. Segundo o Joel, uma vida vale mais do que uma casa.
Agora digam lá, se isto não é ser boa pessoa, uma pessoa com que merece tudo, um pessoa com um fundo mesmo bom, não sei o que é.
Informação Pública
Há uns meses falei deste Hostel.
É com muito orgulho que vejo uma amiga a sair-se bem, que não se lamenta, e que sempre que lhe pergunto como é que está, não me vem com os dramas. Ela mexeu-se. E fez um hostel.
É visitar, passar lá uma noite, pelo menos.
Eu já tenho uma noite reservada para Agosto, e não, não é gratuita, porque os amigos ajudam, e ajudar é fazer publicidade e pagar a despesa.
Para os próximos meses estão reservados mais avanços e modernices, mas é preciso ir, ficar lá e falar do espaço.
Podem fazer a vossa reserva por aqui ou aqui
Do que estão à espera?!
É com muito orgulho que vejo uma amiga a sair-se bem, que não se lamenta, e que sempre que lhe pergunto como é que está, não me vem com os dramas. Ela mexeu-se. E fez um hostel.
É visitar, passar lá uma noite, pelo menos.
Eu já tenho uma noite reservada para Agosto, e não, não é gratuita, porque os amigos ajudam, e ajudar é fazer publicidade e pagar a despesa.
Para os próximos meses estão reservados mais avanços e modernices, mas é preciso ir, ficar lá e falar do espaço.
Podem fazer a vossa reserva por aqui ou aqui
Do que estão à espera?!
domingo, 14 de abril de 2013
Tofo
Como sabem, sou uma fã do Tofo.
Adoro a praia, adoro a comida e adoro ambiente da vila.
Até digo mais, conseguiria viver lá.
Adoro a praia, adoro a comida e adoro ambiente da vila.
Até digo mais, conseguiria viver lá.
A mania de cada um.
Fui mandada parar e dizem-me
"encoste alí, e mostre-me a sua legalidade"
ao mesmo tempo é mandado parar um carro, e ao abrir a janela mandam-no seguir.
e eu pergunto ao agente.
"Desculpe lá, qual o motivo de o senhor mandar-me encostar e pedir documentação e deixar seguir o outro carro?!" (admito que foi com tom rude, admito mesmo)
ele surpreendido diz "deve ter imunidade, deve"
Eu irónica
"ai, é?! deve?!"
Entretanto chega uma agente, que provavelmente seria a agente superior da brigada.
E voltei a fazer a mesma questão.
Resposta da senhora
""você está a ser racista"
Eu surpreendida com a acusação digo
"quer dizer vocês mandam parar tudo o que é estrangeiro e eu vejo à minha frente deixarem passar moçambicanos, e eu é que sou racista?!"
E diz ela "vá, vá, vá embora que é uma desacatora" (pessoa que faz desacatos)
Gosto da visão de racismo. Se é para uma cor, somos racistas, se somos nós a sofrer, somos inaptados aos país.
Atenção que nunca me referi a ninguém nesta situação por "preto", "negro" "de cor" ou coisas afins.
"encoste alí, e mostre-me a sua legalidade"
ao mesmo tempo é mandado parar um carro, e ao abrir a janela mandam-no seguir.
e eu pergunto ao agente.
"Desculpe lá, qual o motivo de o senhor mandar-me encostar e pedir documentação e deixar seguir o outro carro?!" (admito que foi com tom rude, admito mesmo)
ele surpreendido diz "deve ter imunidade, deve"
Eu irónica
"ai, é?! deve?!"
Entretanto chega uma agente, que provavelmente seria a agente superior da brigada.
E voltei a fazer a mesma questão.
Resposta da senhora
""você está a ser racista"
Eu surpreendida com a acusação digo
"quer dizer vocês mandam parar tudo o que é estrangeiro e eu vejo à minha frente deixarem passar moçambicanos, e eu é que sou racista?!"
E diz ela "vá, vá, vá embora que é uma desacatora" (pessoa que faz desacatos)
Gosto da visão de racismo. Se é para uma cor, somos racistas, se somos nós a sofrer, somos inaptados aos país.
Atenção que nunca me referi a ninguém nesta situação por "preto", "negro" "de cor" ou coisas afins.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Constatação
Se todos os habitantes de Maputo, matassem os ratos, as baratas e mosquitos à velocidade que nós em casa/prédio matamos, este país tornava-se bem melhor.
Eu gasto uma pequena fortuna em Rattex, e os meus adorados vizinhos dizem que os ratos são "criaturas de deus". Bem sei que todos acreditam que foi deus que formou tudo, mas deixem-me que lhes diga, os ratos foram mal criados. Digam uma única função positiva deles! Ein?! E já agora, para que servem as baratas?! A não ser naqueles países que as comem, e não são todas, esses bichos são inúteis.
Atenção, em casa só tenho mesmo os mosquitos. No prédio (parte de fora) tenho os ratos e baratas, e que semanalmente são exterminadas às dezenas.
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